terça-feira, 23 de setembro de 2014

5. Um trio perfeito

“Naquela hora, exultou Jesus no Espírito Santo e exclamou: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado.” (Lc. 10:21)

Imagine por um instante: o Filho se alegrando no Espírito que o havia conduzido a fim de que a vontade do Pai se cumprisse.
Gozo profundo. Gozo completo.
E então, a comunhão perfeita decide ir muito além por amor a maltrapilhos.
A única atitude de fato requerida para a nossa salvação foi o sangue derramado. Mas Ele foi além, presentes divinos destinados a nós.

O diadema da dor que retalhou seu rosto gentil,
Três pregos fincando a carne na madeira para segurá-lo naquele lugar
Compreendo a necessidade de sangue
Seu sacrifício eu abraço
Mas a esponja amarga, a lança transpassando, o cuspe em seu rosto?
Tinha que ser uma cruz?
Não havia uma morte mais amável do que seis horas pendurado entre a vida e a morte, tudo isto regado a um beijo de traição?
_ Oh Pai – diz você com o coração tranquilo.
_ Desculpe perguntar, mas preciso saber. Fizeste isto por mim?
Max Lucado
O bom pastor deu a Sua vida pelas Suas ovelhas.
Ele se entregou por amor. Um amor que nossa mente limitada jamais irá compreender. Um amor que nosso coração enganoso jamais conseguirá corresponder. Isto se chama graça. O Rei dos Reis se fez miserável; o Perfeito se fez imperfeito por nós. Entregou Sua vida, morreu em nosso lugar. E depois de ter aberto o caminho da reconciliação, Ele poderia simplesmente ter retornado para o Seu lar, mas antes de subir Ele decidiu não nos deixar sós.

“E eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós.” (Jo. 14:16-17)


- Baseado em “Quem é o Espírito Santo” de Sinclair Ferguson

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